Yay or Nay: Filmes

Acabei de voltar de viagem de férias e como os vôos eram longos, tive a oportunidade de assistir alguns filmes que perdi no cinema ou que, baseado na qualidade duvidosa desses filmes, compensava esperar até que estivessem disponíveis para locação ou nos canais de streaming. Nesse novo post, irei avaliar esses filmes ou séries que assisti utilizando as expressões Yay, para os que recomendo e Nay, para os que recomendo evitar.

1- Final Portrait (2017)

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O caso desse filme não é nenhum dos que citei acima. Já o tinha colocado em minha watchlist, porém ainda não tinha estreado nos EUA (estréia dia 23 de março). Porém, após ver que o filme ja estava disponível no catálogo britânico da Netflix, não pensei duas vezes antes de assisti-lo. O filme se passa em Paris no ano de 1964 e conta a história pelo ponto de vista do escritor James Lord (Armie Hammer), que em curta viagem a Paris, atende o pedido do amigo, o grande artista Alberto Giacometti (Geoffrey Rush) de posar para um retrato. O que, nas palavras de Giacometti, seria coisa de alguns dias, acabou se tornando semanas. Ao contrário da maioria dos filmes sobre gênios da arte, em que suas vidas inteiras são dissecadas no intuito de mostrar os dramas e demônios por traz das famosas obras de arte, Final Portrait prefere focar no processo da arte em si, embora não deixando de lado os dramas e paixões que atormentavam o artista. Dirigido pelo ator Stanley Tucci, trata-se de um filme modesto e um bom veiculo para o talento de Rush, porém incomoda que o personagem de Hammer não seja mais desenvolvido, assim como os demais personagens.

Veredito: YAY – Mesmo que fiquemos com a impressão de que, com esse conteúdo e artistas envolvidos, poderia ter sido um filme superior, ainda assim é animador a direção que o filme segue em contraste com outras biografias, é divertido, bem atuado e um deleite para fãs de arte e historia. Avaliação: 7

2 – Justice League (2017)

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Bem, nesse caso, vi no avião mesmo, o que foi uma sábia decisão. Depois do sofrível Batman vs Superman: Dawn of Justice (2016), eu certamente não era o único a ter dúvidas quanto à qualidade desse filme. Após os acontecimentos do filme citado acima, Batman (Ben Affleck, apático), com a ajuda de Wonder Woman, recrutam um pequeno grupo de “metahumans” com o objetivo de lutar contra o super vilão Steppenwolf (criado em computação gráfica, em uma decisão infeliz), que, adivinhem, quer destruir o mundo. Somos então apresentados à The Flash (um irritante Ezra Miller), Aquaman (um ranzinza Jason Momoa) e Cyborg (Ray Fisher, que não compromete). O roteiro é genérico, o vilão é fraco, possui uma ou outra cena de ação mais empolgante e, na tentativa de ser mais leve, são encaixadas várias piadas, de que tão sem graça, acabam sendo embaraçosas. E por fim, o filme sofre pela falta de carisma por parte de seus heróis. Ok, Gal Gadot até se esforça, mesmo que o filme não lhe dê muitas oportunidades, mas é difícil torcer para os demais personagens, o que é um problema gravíssimo para qualquer filme.

Veredito: NAYJustice League é uma bobagem totalmente dispensável. Recomendo esperar pela continuação de Wonder Woman ou até o filme solo de Aquaman, pelo qual ainda tenho esperanças. Avaliação: 4

 

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